MBNC: Ouvidoria na escuta dos cidadãos

24/02/2024 - Rochelle Nogueira

No encontro foram recebidas demandas e sugestões dos moradores do Conjunto Palmeiras, com o objetivo de serem contempladas pelos vereadores do Legislativo Municipal.

Aproximar-se da comunidade, entender suas necessidades, ouvir as queixas e ideias da população, este é o propósito da Câmara Municipal de Fortaleza, por meio da Ouvidoria. Em sua oitava edição, o projeto Meu bairro, nossa Câmara (MBNC) esteve neste sábado (24), na Regional 9, na Areninha do Sítio São João, no Conjunto Palmeiras.

O projeto Meu Bairro, nossa Câmara vem visitando os bairros da cidade, facilitando o contato dos moradores na busca por seus direitos e exercício pleno de sua cidadania. O objetivo da Ouvidoria, no evento, é receber demandas e sugestões dos moradores locais e depois encaminhá-las aos vereadores para que possam se transformar futuramente em projetos.

A moradora do Conjunto Palmeiras, Maria do Socorro da Silva Santos, 72 anos, aposentada, aproveitou a ação dentre os vários serviços ofertados pela Câmara Municipal. Ela também veio solicitar um olhar mais atencioso dos Poderes quanto as questões de segurança e saúde que, segundo ela, podem ser melhoradas. “A segurança no bairro é muito pouca e o posto de Saúde precisa ser estruturado”, contou.

Maria Lúcia Cavalcante de Castro, 60 anos, moradora do entorno, Rua 7, pensionista, corrobora com a fala da outra moradora na questão da segurança. “A violência aqui está grande. Apesar disso, o meu bairro é o mais animado e muito bonito”, comentou.

Carolina Feitosa, Ouvidora da Casa, ressalta que o órgão é um canal importante de comunicação entre o Poder Legislativo e a comunidade fazendo com que a população se sinta mais próxima do Poder Legislativo, mais próxima dos vereadores. “Essa é a oportunidade deles estarem próximos dos vereadores que eles voltam, que eles acreditam que vai fazer a melhoria nos seus bairros, questões de asfaltos, calçadas, iluminação. Então a gente está com esse papel para poder acelerar essa necessidade que a população tem de ser atendida, de ser ouvida. O problema dela pode até não ser solucionado imediato, pode até ter a sua demora, mas a gente sempre tenta fazer com que a população se sinta mais próxima. Que a população se sinta acolhida pela gente e indiretamente pelo poder legislativo”, evidenciou a ouvidora.

Foto: Zerosa