Atuação parlamentar e combate à pobreza menstrual foram temas do Grande Expediente

13/10/2021 - Rochelle Nogueira

Utilizaram a tribuna nesta quarta-feira, 13, os vereadores Luciano Girão e Dr. Vicente.

Pobreza menstrual

O vereador Luciano Girão (Progressista) repercutiu em plenário o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à Lei nº 14.214/2021, que institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. A proposta garantia a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos fundamental e médio, mulheres em situação de vulnerabilidade e do sistema prisional.

“Muitas vezes adolescentes deixam até de ir a escola por não terem como comprar absorventes e a lei infelizmente foi vetada. Aqui no Ceará, no sentido oposto ao de Bolsonaro, o governador Camilo Santana criou um programa com distribuição do item de higiene nas escolas públicas”, declarou.

O parlamentar destacou ainda o anúncio do prefeito de Fortaleza, Sarto Nogueira (PDT), sobre o envio de projeto à Câmara Municipal de Fortaleza para a distribuição de absorventes às mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Prestação de contas

O vereador petista Dr. Vicente destacou em seu tempo pelo Grande Expediente, ações realizadas por seu mandato nos últimos 2 meses. O vereador destacou os requerimentos apresentados, assim como reuniões e visitas em benefício da população.

“Quero aqui fazer um balanço ao povo de Fortaleza mostrando o que já fiz nesses 60 dias. Apresentei vários requerimentos em especial aqueles voltados aos mais carentes. Apresentei também padronização de canteiros centrais no bairro José Walter, faixa de pedestre, bicicletar ao lado do novo terminal de ônibus em construção no José Walter, ciclovia na Av. Costa e Silva, calçamento Planalto Airton Sena, dentre outros”, relatou.

O parlamentar destacou uma pauta ligada ao concurso público realizado em 2018 na área da saúde. Reunido com o prefeito de Fortaleza, vereadores e líder do governo, o parlamentar repercutiu a necessidade de convocar o cadastro de reserva para atuar na Rede de Saúde Mental de Fortaleza. “Fizemos um requerimento ao prefeito de Fortaleza, para que seja criada vagas para essas pessoas assumirem e possam trabalhar nos Caps. Conseguimos que o certame seja prorrogado por 2 anos, seguindo até 2022″, declarou.

Foto: Érika Fonseca